O que significa V2G?
V2G (Vehicle-to-Grid) refere-se ao fluxo bidirecional de energia entre um veículo elétrico e o sistema elétrico, permitindo que a eletricidade flua tanto para a bateria do veículo como de volta para fora.
Qual é a diferença entre V2H e V2G?
V2H (Vehicle-to-Home) significa que o veículo fornece energia a um edifício, por exemplo durante horas de eletricidade cara ou falhas de energia.
V2G (Vehicle-to-Grid) significa que o veículo exporta energia de volta para a rede e responde a sinais da rede através de serviços baseados na cloud.
O que significa estar preparado para V2G?
Preparado para V2G significa que o hardware do carregador está preparado para suportar o fluxo de energia bidirecional. Não significa que os serviços V2G estejam disponíveis atualmente ou ativados por predefinição.
O Easee Charge Max e o Charge Pro estão preparados para V2G?
Sim. O Easee Charge Max e o Charge Pro já incluem todo o hardware necessário para o carregamento bidirecional e estão, por isso, preparados para V2G.
Que hardware torna os carregadores Easee preparados para V2G?
Os carregadores incluem um percurso de eletrónica de potência bidirecional que permite que a corrente flua tanto para dentro como para fora do veículo, comunicação PLC que permite a negociação ISO 15118 entre o carregador e o veículo, e eletrónica de controlo com conetividade cloud para segurança, lógica e futura gestão de sinais da rede. Não são necessários módulos externos, adaptações ou atualizações de hardware.
O V2G está comercialmente disponível para consumidores comuns na Europa atualmente?
Não. O V2G não está comercialmente disponível para consumidores comuns. A disponibilidade depende do suporte do veículo, dos serviços do fornecedor de energia e das regulamentações nacionais, e não do carregador em si.
Porque é que o V2G não está disponível atualmente, mesmo que o carregador o suporte?
A utilização real do V2G depende de fatores externos ao carregador. O veículo tem de suportar o carregamento bidirecional, o fornecedor de energia tem de oferecer um serviço V2G, e as regulamentações nacionais têm de permitir a exportação e liquidação de energia bidirecional. Além disso, atualmente apenas um número limitado de modelos de VE suporta o carregamento bidirecional, e normas como a ISO 15118-20 ainda são implementadas de forma diferente entre fabricantes.
Existem duas versões diferentes do Charge Max?
Sim. A única diferença é a certificação de medição. O Charge Max M01 é certificado MID apenas para importação, enquanto o Charge Max M02 (e o Charge Pro) são certificados MID tanto para importação como para exportação. Ambos os carregadores estão preparados para V2G e suportam fluxo de energia bidirecional e comunicação PLC baseada na ISO 15118. Não existe qualquer diferença na funcionalidade V2G entre as duas gerações a nível de hardware.
Como é que isto limitará o Charge Max M01 na prática?
Isto só é relevante em mercados que exigem medição de exportação certificada dentro do carregador. Na maioria dos cenários, a exportação é medida noutro local da instalação, não no próprio carregador.
Os carregadores Easee vão precisar de atualizações de hardware quando o V2G estiver disponível?
Não. Quando o ecossistema estiver preparado, os mesmos carregadores irão suportar V2H, exportação V2G, participação em mercados de flexibilidade ou equilíbrio, e funcionalidades ISO 15118 sem quaisquer atualizações de hardware.
Preciso de alterar alguma coisa na minha instalação elétrica?
Muito provavelmente, sim. O carregamento bidirecional requer instalações concebidas para exportação de energia e, frequentemente, equipamento de proteção adicional. Os requisitos exatos variam de acordo com o mercado e o operador de rede, e ainda estão em evolução. O seu operador de rede tem de permitir a injeção de energia, e deve existir uma medição adequada, semelhante ao que é exigido para instalações solares.
Siga sempre a regulamentação local e utilize profissionais de eletricidade qualificados.
Que casos de utilização relacionados com V2G podem ser esperados no futuro?
Os futuros casos de utilização incluem alimentar casas durante horas caras ou falhas de energia (V2H), exportar energia de volta para a rede (V2G), participar em mercados de flexibilidade ou equilíbrio, e a otimização automática de energia com base no preço da eletricidade e no consumo.